8 de fevereiro de 2010

Extra! Extra! Extra!
Políticagem na F1, escolha de ábitros falhos para a Copa e raquetadas precoces sobre Tiago Fernandes.



Nós que amamos o esporte passaremos a semana discutindo, mais uma vez, o extra-campo, extra-quadra ou extra-pista. Quase sempre Muitas vezes isso é o que prevalece independentemente das pessoas que comandam, cubram 'jornalísticamente' ou mexam seus pauzinhos fora do espaço reservado à prática do esporte profissional e nunca tenham praticado o esporte em questão.
No post de hoje você vai ver comentários sobre a precoce expectativa criada sobre o tenista Tiago Fernandes (ou 'mini-Guga', como andam dizendo), vai ler sobre a insistência de grandes organizações de campeonatos em convidar árbitros famosos por grandes falhas e ainda ler sobre o troca-troca de equipes e a grande política que rola nos bastidores da F1.
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Bom proveito.

Raquetando #1: Primeiramente, falaremos do Tiago Fernandes. Tiago ganhou, na última semana, o torneio juvenil do Australian Open, título inédito para nosso país. E isso bastou para que a maioria dos jornalistas e formadores de opinião o chamassem de 'o novo Guga'. Galera: Vamos dar um tempo para o menino se tornar um campeão! No torneio seguinte ao Australian Open, o Brasil Open (Costa do Sauípe) ele já perdeu na primeira rodada, o que causou supresa (ooh!) perante os críticos.
Arbitragem #1: No Futebol, ainda nos perguntamos o motivo de escalarem juízes de procedência duvidosa ou que cometeram erros crassos, como foi o caso do jogo França e Irlanda em que o árbitro não viu jogada ilegal do jogador Henry (França) quando este dominou a bola com a mão e tocou para seu companheiro de time, Gallas, marcar um gol e carimbar o passaporte francês para a Copa do Mundo ou no caso do jogo Fluminese e Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro do ano passado, onde o árbitro Carlos Eugênio Simon anulou gol legítimo de Obina (na época jogando pelo Palmeiras) alegando falta do mesmo no zagueiro do time carioca que, mais tarde, marcaria um gol com Fred e selaria a vitória do time das Laranjeiras, prejudicando o time palestrino na conquista do título (cá entre nós, muito estranho também dois times cariocas praticamente rebaixados, segundo as probabilidades matemáticas, terminarem o campeonato livres do rebaixamento e outro time carioca ser campeão tendo também a menor probabilidade para a conquista do título - mas isso é discussão pra mesa de bar). Além disso, com o aval do maior entendedor do arbitragem do Brasil (quiçá do mundo) Arnaldo Cézar Coelho!
Não é a primeira (nem a última) vez que veremos coisas absurdas como a escalação de árbitros tão em má fase (alguém mande o link das fases boas deles, por favor!) para uma Copa do Mundo, nem certas politicagens (também discussão para um outro momento, provavelmente durante ou logo após a Copa do Mundo desse ano) que rondam esportes tão belos como o futebol.

Fórmula 1 #1:
Oito das treze equipes que disputarão a temporada deste ano apresentaram seus monopostos. Alguns são cópias sem vergonha (sem vergonha de copiar, claro) de carros de sucesso do ano passado como o da Brawn (hoje Mercedes GP) e da RBR (o mais copiado).
Nos testes em Valência, a Ferrari mostrou-se competitiva, tanto pelo seu carro como pelos seus pilotos, ainda que só poderemos falar isso com toda a certeza depois do GP do Bahrein, dia 14 de março. Também pudemos notar que o heptacampeão Michael Schumacher pode aprontar e ganhar algumas corridas por aí e se o carro da Mercedes for realmente bom, poderá disputar o título com chances reais.
E já que o tema da semana são as peripécias políticas ou 'mercadológicas' (acho que o 'lógica' aqui não é o melhor termo a se utilizar) que rondam os esportes, falaremos de duas coisas que merecem destaque:

1. Ferrari e Mercedes.

Devemos ficar de olho na parceria política de Ferrari e Mercedes, visto que Jean Todt, Luca di Montezemolo, Ross Brawn e Michael Schumacher são unha e carne e não são flores que se cheire. Esses senhores formaram a equipe multi vencedora da Ferrari do começo desse século.
A McLaren (que perdeu espaço assim que a Mercedes criou uma equipe própria) tenta ainda fazer parte desse seleto grupo com o chefe de equipe, Martin Withmarsh, se tornando Presidente da FOTA (Associação das Equipes de Fórmula 1), mas ainda não entendemos se a FOTA perderá espaço na política da F1 ou se a McLaren terá seu espaço reservado nesse grupo com a escolha de seu chefe de equipe para o cargo já mencionado.

2. Troca-Troca nas equipes.

Para completar treze equipes no grid (ou 26 carros alinhados, como queiram), a Campos, que é uma das novas equipes que entrarão nessa temporada, está afundada em dívidas com sua fornecedora, Dallara, e está perto de não conseguir disputar a temporada. Pena para o Brasil, que veria, pelo segundo ano consecutivo, Bruno Senna quase estrear na F1.
Entretanto, a federação tem uma carta na manga para conseguir alinhar os 26 carros: a Stefan GP. A equipe está soltando na mídia que vai disputar a temporada 2010 de F1, as especulações dizem que ela entrará tomando a vaga da equipe Campos. Pensando nisso , a empresa comprou a fábrica e os projetos da Toyota e está preparando o bote final, que é comprar o projeto da Dallara designado à Campos ou até mesmo falir a Campos para comprá-la também.

Olhos abertos.


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A coluna Esportando está no twitter é assinada por Ricardo Picoli, estudante de Psicologia, morador do interior de São Paulo e apaixonado por esportes (principalmente Futebol e Automobilismo). Quer entrar em contato com ele? Acesse seu twitter pessoal.




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